Confiança temos e sempre devemos ter. Sabemos que somos potentes que podemos chegar longe. Sabemos que temos criatividade para criar algo novo. Sabemos que temos cabeça feita para nunca copiar e plagiar ninguém. Mas será que isso é necessário? Será que estamos conseguindo o nosso espaço?
São essas as perguntas que muitas vezes nos perguntamos, olhando em frente a tela e vendo o nosso trabalho. Percebemos o quanto tempo perdemos para fazer de tudo para que a gente se sinta bem no nosso próprio espaço, e para que vocês também. Tentamos nunca errar em textos e na qualidade de imagens, mas em qualquer tropeço, somos rigorosamente julgadas.
Quando queríamos entrar na blogsfera, sabíamos que vários problemas iriam aparecer. Ter seguidores, mas não ter leitores, pessoas que comentam sem nem ler a postagem que a gente prepara com o maior carinho. Sabíamos que teriam as pessoas que se aproveitavam do anonimato para caçoarem do blog, dizendo(digitando) coisas mentirosas a respeito. Isso é fato. E muitas vezes acontecem com qualquer tipo de blog.
Às vezes ficamos pensando se realmente é necessário tentar postar todos os dias. Se realmente é necessário comentar blogs grandes que tenham muitos seguidores e fama. Muitos deles, só pensam neles e nem ligam para aqueles que ainda estão começando. Eles começaram igual a gente né? Achamos que devemos ter aptidão por blogs pequenos, que eles sim, estão juntos com a gente, lutando por um blog melhor. São eles que retribuem comentários e são mais gentis com seus leitores.
A vida foi feita de desafios e um deles sabemos que foi ter um blog, uma paixão antiga que temos por ele. Já sabíamos que seria difícil e que o caminho para o reconhecimento seria grande. Mas estaremos sempre aqui na esperança de que vocês e outros blogs gostem mesmo do nosso blog, leiam as nossas postagens e se tornem leitoras assíduas, porque é disso que precisamos e é disso que todos os blogs precisam. É isso que sempre buscamos e que fazemos de tudo para ter.
Enfim, hoje o post é para dizer do que pensamos a respeito do reconhecimento que ainda está longe, mas a esperança que sempre temos.